quinta-feira, 24 de julho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Curso de Tecnologia do Concreto e Aço
A parceria entre o Grupo Falcão Bauer e Senai realizarão o curso voltado para profissionais e estudantes da área da construção civil, que buscam aperfeiçoamento no controle de qualidade de materiais de construção civil.
As inscrições vão do dia 28/04/14 à 13/05/14 das 8 às 17h.
Rua Aquinos, 111 - Água Branca - São Paulo - SP.
60 Vagas
Taxa única: R$ 50,00
Início do Curso: 13/05/14
Término do Curso: 26/08/14
Às terças e quintas, das 18 às 20 horas.
Maiores informações:
E-mail: treinamento@falcaobauer.com.br ou
Telefone: (11) 3611-0833 - ramal 109 com Camila.
As inscrições vão do dia 28/04/14 à 13/05/14 das 8 às 17h.
Rua Aquinos, 111 - Água Branca - São Paulo - SP.
60 Vagas
Taxa única: R$ 50,00
Início do Curso: 13/05/14
Término do Curso: 26/08/14
Às terças e quintas, das 18 às 20 horas.
Maiores informações:
E-mail: treinamento@falcaobauer.com.br ou
Telefone: (11) 3611-0833 - ramal 109 com Camila.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Parque Várzea do Tietê e Requalificação do espaço público em Jardim Helena e Jardim Romano
O Departamento de Engenharia e Mobilidade e Logística e o Departamento de Engenharia do Habitat e Infraestrutura realizarão palestras sobre o Parque Várzeas do Tietê e requalificação do espaço em Jd. Helena e Jd. Romano.
O projeto Parque Várzeas do Tietê, ocupará área de 107 km² em uma extensão de 75km do rio Tietê entre a regiao da Penha, em São Paulo e o município de Salesópolis.
Reordenação da ocupação das margens, despoluição dos córregos, manutenção e preservação das várzeas do rio Tietê, controle de enchentes e redução de 3.800.000 m³ em perdas de água. 33 núcleos de lazer, cultura e esporte, 77 campos de futebol, 129 quadras poliesportivas e 7 pólos de turismo. Estrada interna (via parque) e ciclovia, ambas com 230 km de extensão.
A primeira fase do projeto Várzeas do Tietê cobre o território de São Paulo, ao longo da margem do rio, desde a região da barragem da Penha até o limite dos municípios de São Paulo e Guarulhos com Itaquaquecetuba. Intervenções de porte serão implantadas na região, o projeto Várzeas associa-se a intervenções, já o processo pela subprefeitura de São Miguel Paulista, de requalificação do espaço público e de melhoria de bairros. O projeto de requalificação, de autoria da Green Mobility para o bairro de Jd. Helena, evidencia o cuidade com que, tanto o governo do Estado com a prefeitura de São Paulo, dedicam às questões ambientais e de mobilidade na região metropolitana de São Paulo.
Local: Instituto de Engenharia
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 - Vila Mariana
Data: 19 de março de 2014
Horário: 10 às 12h
Palestrantes: Alceu Segamarchi Junior e Lincoln Paiva
O projeto Parque Várzeas do Tietê, ocupará área de 107 km² em uma extensão de 75km do rio Tietê entre a regiao da Penha, em São Paulo e o município de Salesópolis.
Reordenação da ocupação das margens, despoluição dos córregos, manutenção e preservação das várzeas do rio Tietê, controle de enchentes e redução de 3.800.000 m³ em perdas de água. 33 núcleos de lazer, cultura e esporte, 77 campos de futebol, 129 quadras poliesportivas e 7 pólos de turismo. Estrada interna (via parque) e ciclovia, ambas com 230 km de extensão.
A primeira fase do projeto Várzeas do Tietê cobre o território de São Paulo, ao longo da margem do rio, desde a região da barragem da Penha até o limite dos municípios de São Paulo e Guarulhos com Itaquaquecetuba. Intervenções de porte serão implantadas na região, o projeto Várzeas associa-se a intervenções, já o processo pela subprefeitura de São Miguel Paulista, de requalificação do espaço público e de melhoria de bairros. O projeto de requalificação, de autoria da Green Mobility para o bairro de Jd. Helena, evidencia o cuidade com que, tanto o governo do Estado com a prefeitura de São Paulo, dedicam às questões ambientais e de mobilidade na região metropolitana de São Paulo.
Local: Instituto de Engenharia
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 - Vila Mariana
Data: 19 de março de 2014
Horário: 10 às 12h
Palestrantes: Alceu Segamarchi Junior e Lincoln Paiva
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Passarela Móvel
Fonte: Revista Infraestrutura
Com função de ligar o bairro de Socorro à estação de trem e metrô Santo Amaro, foi implantada sobre o canal da represa Guarapiranga a ponte móvel Friedrich Bayer.
A ponte foi planejada como uma passarela para promover a travessia de ciclistas e pedestres aos dois trechos da ciclovia do trabalhador instalados às margens do rio.
Elaborado pelo escritório Loeb Capote Arquitetura e Urbanismo, o projeto ficou definido depois de quase um ano. Por questões arquitetônicas e funcionais o projeto ficou com duas passarelas fixas e duas passarelas móveis, apoiadas sobre duas vitórias-régias. Os apoios e os tubulões são de concreto e o restante da estrutura é metálica.
A escolha por ponte móvel se deu para atender a necessidade de tráfego de embarcações no canal, para limpeza e dragagem do sistema.
A distância entre os apoios é de 30m e nas extremidades, balanços de 15m e o vão livre para passagem da embarcação é de 12m.
O sistema móvel foi desenvolvido nos moldes de um mecanismo de ponte rolante. O conjunto de rolamentos das passarelas é formado por um mancal, que suporta o eixo do giro, no centro dos trilhos internos. Nos trilhos externos, instalados nas ilhotas em formato de vitória régia, movimentam-se os blocos motorizados e movido do sistema, limitados por batedores. Os trilhos foram produzidos a partir de 3" calandrado de maneira a se adequar corretamente ao raio previsto em projeto. Os apoios foram projetados no modelo convencional.
As pontes móveis foram projetadas para rotacionarem para lados opostos, afim de não haver problema na hora do fechamento. Quando há necessidade de abertura da passarela, aciona-se um botão que fica por baixo da grade da passarela, no centro de cada vitória-régia. Segundo o eng. Renato Pompéia Gioielli, responsável pelo projeto de estruturas metálicas e concreto armado, esta solução para a ponte Friedrich Bayer é a única no Brasil.
Conclui-se que para vãos menores como este projeto, a abertura em rotação é economicamente viável quando comparado ao sistema retrátil convencional.
Fonte: Revista Infraestrutura, fevereiro 2014
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